Seleção intersecção mutação upcycling garimpo coleta resgate união fusão ação confusão visão
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A intuição começa indicando um caminho, a solução vem do processo da associação, da assemblage, onde cada elemento com seu “DNA” contribui para a obra final.
A intuição começa indicando um caminho, a solução vem do processo da associação, da assemblage, onde cada elemento com seu “DNA” contribui para a obra final.
A intuição começa indicando um caminho, a solução vem do processo da associação, da assemblage, onde cada elemento com seu “DNA” contribui para a obra final.
Com 40 anos de experiência na área do design editorial, atuei em importantes veículos da Imprensa. Iniciei a carreira na revista VEJA (1984-1987), passei pela FOLHA de S. Paulo onde fui Editor de Arte assistente e ilustrador. Fui Diretor de Arte do GUIA 4Rodas, da Revista Contigo!, do Jornal Gazeta Mercantil e jornal Diário de S. Paulo, entre outros.
Com a sócia Claudia Ranzini, no escritório Fajardo Ranzini Design Gráfico, atendo, desde 1993, clientes como Cinemateca Brasileira, Grupo DG Guarulhos, Editora Somos, Editora LEYA, Estre Ambiental e Terra à Vista, onde desenvolvi projetos gráficos de livros, identidade visual de exposições e material didático.
Artista da colagem, da montagem e do garimpo, a minha criação se dá de modo espontâneo, instante de reflexão sobre cada peça, que com suas características próprias resultam no conjunto final.
Participei de exposições no Centro Cultural São Paulo, SESC POMPÉIA, Galeria Gravura Brasileira, Galeria Sancoviczs e Galeria Isabel Pinheiro.
Com 40 anos de experiência na área do design editorial, atuei em importantes veículos da Imprensa. Iniciei a carreira na revista VEJA (1984-1987), passei pela FOLHA de S. Paulo onde fui Editor de Arte assistente e ilustrador. Fui Diretor de Arte do GUIA 4Rodas, da Revista Contigo!, do Jornal Gazeta Mercantil e jornal Diário de S. Paulo, entre outros.
Com a sócia Claudia Ranzini, no escritório Fajardo Ranzini Design Gráfico, atendo, desde 1993, clientes como Cinemateca Brasileira, Grupo DG Guarulhos, Editora Somos, Editora LEYA, Estre Ambiental e Terra à Vista, onde desenvolvi projetos gráficos de livros, identidade visual de exposições e material didático.
Artista da colagem, da montagem e do garimpo, a minha criação se dá de modo espontâneo, instante de reflexão sobre cada peça, que com suas características próprias resultam no conjunto final.
Participei de exposições no Centro Cultural São Paulo, SESC POMPÉIA, Galeria Gravura Brasileira, Galeria Sancoviczs e Galeria Isabel Pinheiro.
Com 40 anos de experiência na área do design editorial, atuei em importantes veículos da Imprensa. Iniciei a carreira na revista VEJA (1984-1987), passei pela FOLHA de S. Paulo onde fui Editor de Arte assistente e ilustrador. Fui Diretor de Arte do GUIA 4Rodas, da Revista Contigo!, do Jornal Gazeta Mercantil e jornal Diário de S. Paulo, entre outros.
Com a sócia Claudia Ranzini, no escritório Fajardo Ranzini Design Gráfico, atendo, desde 1993, clientes como Cinemateca Brasileira, Grupo DG Guarulhos, Editora Somos, Editora LEYA, Estre Ambiental e Terra à Vista, onde desenvolvi projetos gráficos de livros, identidade visual de exposições e material didático.
Artista da colagem, da montagem e do garimpo, a minha criação se dá de modo espontâneo, instante de reflexão sobre cada peça, que com suas características próprias resultam no conjunto final.
Participei de exposições no Centro Cultural São Paulo, SESC POMPÉIA, Galeria Gravura Brasileira, Galeria Sancoviczs e Galeria Isabel Pinheiro.
Arthur Fajardo. Arquiteto formado pela FAU-USP, artistas plástico e designer de joias.
Arthur Fajardo. Arquiteto formado pela FAU-USP, artistas plástico e designer de joias.





gra
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vu
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ras
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Cada gravura é única, a “Prova de Estado” imprime aquilo que fica consolidado. A tiragem existe, mas admite variações de resultado, criando diferenças entre cada prova, entre cada gravura.
Cada gravura é única, a “Prova de Estado” imprime aquilo que fica consolidado. A tiragem existe, mas admite variações de resultado, criando diferenças entre cada prova, entre cada gravura.
Cada gravura é única, a “Prova de Estado” imprime aquilo que fica consolidado. A tiragem existe, mas admite variações de resultado, criando diferenças entre cada prova, entre cada gravura.
Gravura em metal com as técnicas de Ponta-seca, Água-forte, Água-tinta, Maneira Negra e Monotipia desenvolvidas e aprimoradas desde os anos 1980. O imaginário do artista ganha novas ferramentas com a reprodução sobre suportes variados e não tradicionais, abrindo espaço para o TetraPack, as arruelas e os serrotes, as palhinhas de assento de cadeira, as embalagens de remédios e de produtos alimentares, criando uma nova poética.
Gravura em metal com as técnicas de Ponta-seca, Água-forte, Água-tinta, Maneira Negra e Monotipia desenvolvidas e aprimoradas desde os anos 1980. O imaginário do artista ganha novas ferramentas com a reprodução sobre suportes variados e não tradicionais, abrindo espaço para o TetraPack, as arruelas e os serrotes, as palhinhas de assento de cadeira, as embalagens de remédios e de produtos alimentares, criando uma nova poética.
Gravura em metal com as técnicas de Ponta-seca, Água-forte, Água-tinta, Maneira Negra e Monotipia desenvolvidas e aprimoradas desde os anos 1980. O imaginário do artista ganha novas ferramentas com a reprodução sobre suportes variados e não tradicionais, abrindo espaço para o TetraPack, as arruelas e os serrotes, as palhinhas de assento de cadeira, as embalagens de remédios e de produtos alimentares, criando uma nova poética.
joias
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Elo Perdido

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Máquina nº2

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Máquina nº1

Máquina nº1
Elo Perdido







Elo Perdido

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Máquina nº2

Máquina nº2

Máquina nº1

Máquina nº1
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Elo Perdido

Máquina nº2

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Elo Perdido

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Máquina nº2

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Máquina nº1

Máquina nº1
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Máquina nº2

Máquina nº2




Joalheria contemporânea para usar e vestir. Uso de materiais descartados ao lado de ligas nobres como prata e cobre, pedras semi-preciosas colecionadas e pérolas.
Joalheria contemporânea para usar e vestir. Uso de materiais descartados ao lado de ligas nobres como prata e cobre, pedras semi-preciosas colecionadas e pérolas.
Joalheria contemporânea para usar e vestir. Uso de materiais descartados ao lado de ligas nobres como prata e cobre, pedras semi-preciosas colecionadas e pérolas.
Máquinas de relógios, arruelas, componentes eletrônicos, plásticos, vidros, pedras coletadas em locais turísticos, tudo faz parte do universo que compõe a narrativa das peças.
Anel, brinco, pingente, pulseira são desenhados pensando no reaproveitamento e no desenho minimalsta com acabamento brutalista.
Máquinas de relógios, arruelas, componentes eletrônicos, plásticos, vidros, pedras coletadas em locais turísticos, tudo faz parte do universo que compõe a narrativa das peças.
Anel, brinco, pingente, pulseira são desenhados pensando no reaproveitamento e no desenho minimalsta com acabamento brutalista.
Máquinas de relógios, arruelas, componentes eletrônicos, plásticos, vidros, pedras coletadas em locais turísticos, tudo faz parte do universo que compõe a narrativa das peças.
Anel, brinco, pingente, pulseira são desenhados pensando no reaproveitamento e no desenho minimalsta com acabamento brutalista.
grafite
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grafite
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DISCO

SPRAY
Grafite de rua, dos muros da Vila Madalena ao papel, também em camisetas ou nas paredes de amigos e da faculdade.

AAA

BBB
A máscara, ou stencil, é recortada com temas variados, mas o uso da tinta spray é sempre com a preocupação da textura, da cor e transparência.

MASP_SP

SP
O erro, o pingo, o borrado fica registrado, não é limpado.

S/N

S/N
Nesses trabalhos, o caráter ilustrativo é predominante, mas a abstração vem junto, como apoio ou tema, trazendo mais respostas para as perguntas da imagem grafitada.

S/N

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DISCO

SPRAY
Grafite de rua, dos muros da Vila Madalena ao papel, também em camisetas ou nas paredes de amigos e da faculdade.

AAA

BBB
A máscara, ou stencil, é recortada com temas variados, mas o uso da tinta spray é sempre com a preocupação da textura, da cor e transparência.

MASP_SP

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O erro, o pingo, o borrado fica registrado, não é limpado.

S/N

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Nesses trabalhos, o caráter ilustrativo é predominante, mas a abstração vem junto, como apoio ou tema, trazendo mais respostas para as perguntas da imagem grafitada.

S/N

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DISCO

SPRAY
Grafite de rua, dos muros da Vila Madalena ao papel, também em camisetas ou nas paredes de amigos e da faculdade.

AAA

BBB
A máscara, ou stencil, é recortada com temas variados, mas o uso da tinta spray é sempre com a preocupação da textura, da cor e transparência.

MASP_SP

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O erro, o pingo, o borrado fica registrado, não é limpado.

S/N

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Nesses trabalhos, o caráter ilustrativo é predominante, mas a abstração vem junto, como apoio ou tema, trazendo mais respostas para as perguntas da imagem grafitada.

S/N

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Grafite de rua, dos muros da Vila Madalena ao papel, também em camisetas ou nas paredes de amigos e da faculdade.

AAA

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A máscara, ou stencil, é recortada com temas variados, mas o uso da tinta spray é sempre com a preocupação da textura, da cor e transparência.

MASP_SP

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O erro, o pingo, o borrado fica registrado, não é limpado.

S/N

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Nesses trabalhos, o caráter ilustrativo é predominante, mas a abstração vem junto, como apoio ou tema, trazendo mais respostas para as perguntas da imagem grafitada.

S/N

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DISCO

SPRAY
Grafite de rua, dos muros da Vila Madalena ao papel, também em camisetas ou nas paredes de amigos e da faculdade.

AAA

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A máscara, ou stencil, é recortada com temas variados, mas o uso da tinta spray é sempre com a preocupação da textura, da cor e transparência.

MASP_SP

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O erro, o pingo, o borrado fica registrado, não é limpado.

S/N

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Nesses trabalhos, o caráter ilustrativo é predominante, mas a abstração vem junto, como apoio ou tema, trazendo mais respostas para as perguntas da imagem grafitada.

S/N

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objetos
objetos
objetos
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Madeiras e restos de ventiladores se unem numa nova retórica, um novo uso. Brinquedos velhos, abandonados são remontados, limpos, recuperados, com uma nova vida. Móveis descartados e abandonados são reformados. Luminárias criadas a partir de disco de vinil, de paleta de pintura.
A coleção de madeira garimpada no dia-a-dia é matéria-prima que vira objeto numa assemblage ou montagem.
Madeiras e restos de ventiladores se unem numa nova retórica, um novo uso. Brinquedos velhos, abandonados são remontados, limpos, recuperados, com uma nova vida. Móveis descartados e abandonados são reformados. Luminárias criadas a partir de disco de vinil, de paleta de pintura.
A coleção de madeira garimpada no dia-a-dia é matéria-prima que vira objeto numa assemblage ou montagem.
Madeiras e restos de ventiladores se unem numa nova retórica, um novo uso. Brinquedos velhos, abandonados são remontados, limpos, recuperados, com uma nova vida. Móveis descartados e abandonados são reformados. Luminárias criadas a partir de disco de vinil, de paleta de pintura.
A coleção de madeira garimpada no dia-a-dia é matéria-prima que vira objeto numa assemblage ou montagem.
Madeiras e restos de ventiladores se unem numa nova retórica, um novo uso. Brinquedos velhos, abandonados são remontados, limpos, recuperados, com uma nova vida. Móveis descartados e abandonados são reformados. Luminárias criadas a partir de disco de vinil, de paleta de pintura.
A coleção de madeira garimpada no dia-a-dia é matéria-prima que vira objeto numa assemblage ou montagem.
Garimpo de sobras, descartes, encontrados na rua ou no próprio atelier, coletados nas oficinas.
Garimpo de sobras, descartes, encontrados na rua ou no próprio atelier, coletados nas oficinas.
Garimpo de sobras, descartes, encontrados na rua ou no próprio atelier, coletados nas oficinas.
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Big-_A_



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© 2025 Arthur Fajardo - All rights reserved.
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